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21 de março de 2011

Curta e profunda!


Hoje acordei querendo gritar: "Meu Deus, quanta infantilidade. Meu Deus, quanta maldade. Há uma turminha bem mediocrizinha que caminha nos corredores escuros do mundo eclesiástico. Eles são ferozes. Já senti a força de seus ódios, mesmo quando estão bem envernizados de um pieguismo doce. Outrora eu me ressentia com suas investidas dissimuladas. Temia seus processos inquisitórios e exílios programáticos. Contudo, cheguei a um tempo em que a idade (ou foram os desencantos?) me levou a dar de ombros para essas censuras que nascem da inveja".

Desabafo de um querido irmão, pastor, escritor, o qual eu admiro por sua integridade e sinceridade.

Não seria preciso tecer comentários sobre uma frase tão clara como a citada acima, mas não posso deixar passar...

QUANTA INFANTILIDADE... QUANTA MALDADE!

ehhhh turma medíocre, (hipócritas?)

Quanta falta de amor, quanta "inguinorância"..

Sem Graça e sem graça!








"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."Madre Tereza de Calcutá


O amor não foi criado, antes foi ele que criou o criar.

Antes de surgir o ser, o Deus que é, a saber, amor, já era.


A criação é oriunda de uma essência chamada amor.


Confesso que para o homem é difícil compreender esse amor. Somos seres demasiadamente focados nas formas, procuramos motivos para amar.


Um amor que tem como ponto de partida o concreto não pode ser sólido.


Um amor com explicação, facilmente entra em decomposição.


O amor de Deus não nos deixa condicionados as formas, mas nos faz buscar todas as formas possíveis de amar. Ou seja, as formas deixam de ser a causa e passam a ser os meios.


O amor de Deus não esta vinculado as condicionalidades existências, ELE nos ama gratuitamente, e é através de Sua graça, esse maravilhoso presente imerecido, que Seu amor chega até nós.


Tal amor não sofre variação, nada que eu faça ou deixe de fazer muda a eloqüência do Seu amor. (isso só me constrange...)


É Seu invariável amor que nos dá condições para lhe dar com as variações humanas, para estas, ELE nos presenteia com Sua multiforme graça. Pois se o amor é singular, a graça é plural.


Explicar o amor de Deus é explicar o inexplicável!


Ainda bem que é assim, pois é impossível o tempo apagar um amor sem explicação.


O Deus que É amor age através da graça!


Que ELE nos leve a viver uma vida sem explicação, uma vida de amor.

Por Bruno Jardim

fonte: http://bjardim.blogspot.com/

Frutos do Espírito: retrato de Cristo!



Jesus fez do amor sua lei e da graça sua teologia. Ele chegou ao ápice de cada virtude da lista de Paulo. Viveu o amor a tal ponto que abriu mão de sua própria vida para que outros pudessem viver. Seu amor rompeu limites e faces rancorosas. Um teólogo antigo escreveu que “só não conseguimos amar como Jesus amou porque não temos coragem de estabelecer para o nosso amor as mesmas barreiras que ele estabeleceu para o dele”.

Jesus viveu a alegria de forma tão intensa e deliciosa que conseguiu a façanha de libertar-se de geografias da opressão. Mesmo vivendo na Palestina da miséria e da opressão, sob o regime de um império pagão, existindo numa época de turbulências absurdas, conseguiu ser alegre. Após sua ressurreição, mesmo glorioso, vencedor da morte, ele suporta o caos que é para um ser santo viver entre pecadores só para propiciar a seus amados a glória de sua presença.

Ninguém na história da humanidade viveu de forma tão magnífica e desafiadora a realidade da paz. Cerca de setecentos anos antes de Jesus, o profeta Isaías já tinha avisado que ele seria “Príncipe da paz”. Sua capacidade de encarnar a paz era tão excelente que até a natureza, as coisas criadas absorviam essa paz. Ele acalmou vento e mar, a palavra acalmar é a melhor palavra. A calma é produto da paz, em Jesus essa paz era tão intensa que nem a forte tempestade nem o bravo mar ousaram quebrar essa harmonia sagrada.

Numa época de constantes guerras, tensões, efervescência política, tumultos sociais, nervosas disputas teológicas e todas as formas de opressão e violência, Jesus deu um espetáculo de paciência. Ele conseguia desarmar os mais furiosos argumentos com uma simples moeda! No auge da dor, na cruz, abriu as portas da intimidade e da graça e irradiou a história com a frase: “Perdoa-lhes!” Sua paciência não era passividade preguiçosa. Ele baniu os vendedores do templo e, mesmo assim, as crianças cantaram:“Bendito, filho de Davi!” Sua vida destilava essa paciência divina.

Jesus levou a ternura ao máximo que essa virtude é capaz de dar. Ele não era apenas um jovem que não desejava o mal a ninguém, ele se fez bem a todos. Toda sua trajetória histórica foi marcada por uma doçura invencível, uma incrível gentileza e delicadeza capaz de transformar publicanos, prostitutas, leprosos, líderes religiosos – qualquer pessoa – em alvo da graça. Em Jesus, cada gesto é coberto de ternura, cada palavra é cheia de vida, cada dia é marcado por uma incansável capacidade de abraçar.

Outra virtude levada ao extremo por Jesus foi a bondade. Ninguém viveu essa qualidade com tal desenvoltura e humildade. Ele era bom com seus discípulos, mas também com um gadareno marcado pela rejeição e pelo medo. Ele sabia demonstrar sua bondade não somente pelo que dava, mas principalmente pelo que era. O profeta Isaías, também afirmou que seu nome seria “maravilhoso”. Não foi por acaso que ele mesmo afirmou ser “O Bom Pastor”.

Jesus viveu sua fidelidade de forma tão singular que, a fé em seu sacrifício é hoje nossa salvação. Ele foi o homem mais digno de confiança que a história humana já conheceu. Ninguém teve um nível de fidelidade e dignidade tão excelente como ele. Sua base de fé estava em seu conhecimento do Pai. Quando ele disse ser “o caminho, a verdade e a vida”, estava afirmando com todas as letras que só ele era a construção mais perfeita da espiritualidade (caminho), a base da fidelidade (verdade), e a melhor proposta de existência (vida). Jesus marcou a história da suspeita com a abertura da fidelidade.

Ninguém era tão forte quanto Jesus. Mesmo em sua imensa força, jamais se impôs sobre alguém, assim, ele apresentou ao mundo e à humanidade a perfeita mansidão. Tinha a perfeita mistura entre a força e a suavidade. Ele temperou perfeitamente carisma com caráter, energia com graça, cruz com coroa. A mansidão em Jesus se transformou na qualidade essencial dos grandes, na esperança inigualável dos pequenos e na vitória magnífica dos que o compreendem como “Deus forte”.

Enfim, Jesus tinha um perfeito equilíbrio, fruto de seu domínio próprio, sua tremenda capacidade de subjugar apetites e paixões. Como humano, o escritor aos Hebreus nos mostra que ele em tudo foi tentado, mas sem pecado (Hb. 4. 15). Ele trilhou as estradas da tentação, enfrentou os altos e baixos da condição humana, foi humilhado, desprezado, ferido, mas em tudo isso foi perfeitamente equilibrado. Nunca se entregou aos caprichos da mentalidade beligerante de seu tempo, não se aprisionou às neuroses, não perdeu seu domínio. Ele aprendeu o que é a vida humana do ponto de vista de um humano.

Baseados em Jesus podemos afirmar como Paulo: “Contra estas coisas não há lei”. Jesus viveu sua vida baseado nessas virtudes, provando que elas são as mais excelentes “leis” que um ser humano pode seguir. São Leis de Deus, leis que geram vida, que não aprisionam, mas libertam. São leis que não ferem, mas curam. Há um ditado latino que diz: “A lei sempre acusa!” Mas no espírito dessas virtudes, nenhuma lei acusa, pois o princípio fundamental de cada uma delas é viver uma excelência de vida e espiritualidade.

O Fruto do Espírito é o perfeito retrato de Cristo!


Por Alan Brizotti
fonte: alanbrizotti.blogspot.com

Não é fácil perdoar!

Como é difícil para o cristão de hoje perdoar. Não conseguimos sequer perdoar o irmão que pecou contra si mesmo, quanto mais se o pecado dele nos afetar diretamente. Quantos são desprezados dentro de nossas igrejas por haverem caído, por errar o alvo, sem chance de se levantar, a não ser sozinhos.

Inconscientemente achamos que seremos culpados de cumplicidade com o pecado caso sejamos suporte para um irmão pecador e, na prática, é isso que o restante da igreja pensa. Usamos todo o tipo de desculpa para não perdoar ou então perdoamos submetendo à pessoa a todo tipo de regra e condição para receber tão esperado perdão. Criamos até mesmo um chavão para perdoar: “Você está perdoado, mas as coisas nunca mais serão como antes...”.

Pobre de nós, infelizes pecadores. Mal sabemos que poderemos ser os próximos a sofrer esse desprezo. Não percebemos que poderemos estar perto da mesma queda, e se isso acontecer estaremos também sozinhos, presos pelo arrependimento, mas sem a chave do perdão para nos livrar.


Todos nós conhecemos alguns exemplos de perdão, em sua maioria, são vividos por pessoas que não professam ser discípulos de Cristo. Que vergonha! Até mesmo os gentis são capazes de perdoar, mas nós, filhos de Deus, perdoados e salvos por Cristo, relutamos em perdoar até mesmo a menor das ofensas...

Só existe um modelo para o perdão, o modelo de Cristo, e só existe um motivo para o cristão não perdoar seu irmão: não ser Cristão.

Ruy Cavalcante

18 de março de 2011

História de amor!

Era uma vez uma grande família que reunia entre os seus membros pessoas de diferentes faixas etárias. Havia nesta família um garoto chamado PEDRO o qual crescera apenas ouvindo seus irmãos falarem acerca de seu pai. O pai de Pedro tinha ido servir à nação numa guerra e o garoto não o conhecia, mas aguardava assim como seus irmãos o momento do retorno.

Pedro nutria um desejo profundo de conhecer o seu pai, porém, temia grandemente este encontro. Pedro não era um garoto fácil e em muitos momentos se envolveu em incidentes, aventuras arriscadas, típico da sua idade. Sempre ouviu seus irmãos dizerem:

- Olha, Pedro, quando o papai voltar vamos contar tudo o que você tem feito e você vai se ver com ele!

Finalmente, a família recebeu um comunicado oficial do exercito. Era o pai de Pedro que estaria regressando da batalha. Todos se agitaram e organizaram uma ceia especial com direito a homenagens e honrarias, era um momento especial!

Pedro sentia um misto de alegria e medo, pois pensava consigo: ‘finalmente, conhecerei meu pai; mas, e se tudo o que tenho feito for contado a ele, estou perdido!

Chegou o dia! Todos vestidos em suas melhores roupas, dirigiam-se a porta a fim de receber o senhor da casa. Muitos abraços, honrarias, sorrisos, e após afagar um a um o homem pergunta:

- Onde está Pedro? Onde está o meu filho que nunca tive a oportunidade de abraçar?

Só então, todos se deram conta de que o garoto não se encontrava no recinto e imediatamente a pedido do pai foram procura-lo. O pai lembrou-se de que quando era criança ao sentir-se amedrontado se escondia debaixo da cama e foi então debaixo da cama que encontrou Pedro.

- Porque se escondeu de mim, meu filho? Eu desejei esse momento todos os dias que estive na guerra, estar com você, vê-lo é o maior prêmio que eu poderia receber!

Pedro visivelmente amedrontado levanta-se, caminha para abraçar seu pai e diz:

- Me perdoa meu pai! Mas, diante de tantas coisas erradas que eu fiz e do modo que me falaram sobre você, por mais que eu desejasse conhece-lo, me escondi por medo.

- Filho, eu te amo e nada que você faça pode ser pior para mim do que ficar longe de você. O amor lança fora qualquer resquício de medo.

Não façamos como os familiares de Pedro, mas falemos aos nossos queridos sobre Jesus de modo que eles não se escondam por medo, mas corram ao Seu encontro ao saber do Seu retorno!

Marcílio Lins

17 de março de 2011

Se você quer um amigo, seja também!

Apesar de AMIGO ser uma palavra carinhosa que empregamos para designar muitas pessoas em nossa vida, é comum termos dificuldade em definir exatamente o que é Ser Amigo.

Há aqueles que identificam Amigo como aquele que aceito o outro, mesmo com defeitos: "amigo de verdade é o que chega quando as outras pessoas estão indo embora".

Em nossa cultura efêmera, defendemos cada vez mais os amigos para obter o que recebíamos da família - apoio emocional, financeiro, etc. E com tanta gente vivendo longe da família, os amigos são companhias essenciais. A amizade pode acontecer nas mais variadas circunstâncias.

Na amizade a aceitação por parte do outro firma nossa personalidade e nos faz crescer como indivíduos. Não fazemos promessas ao melhor amigo, mas temos expectativas implícitas: compreensão, carinho e cuidado. E além de tudo esperamos que a amizade perdure.

Fazer amizade é um processo que envolve compartilhamento, é preciso aprender a equilibrar a tendência de se abrir com a necessidade de proteger os sentimentos um do outro.

Ah.. como é bom ter amigos!

Silvia Virgilio

3 de março de 2011

Eu esperava mais!

Eu esperava mais atitude e menos infantilidade.

Eu esperava mais vida cristã e menos religiosidade

Eu esperava que aqueles que escutam a mensagem, também a ouvissem

Eu esperava que aqueles que veem o mestre, também o seguissem.


Eu esperava menos murmuração

Eu esperava uma postura diferente

Eu esperava menos máscaras

Desejava que a Verdade significasse verdade!


Do que se trata?

Decepção!


Valores universais corrompidos

O ser já não tem importância,

O amor não tem importância,

A amizade não tem importância,

A convivência não tem importância,


Andar como o mestre? Que nada! Pra que?

A mensagem que por Ele foi propagada, já não tem significado

Não estamos preocupados Em SER ou com O SER

Estamos interessados em Fazer, em Ter para daí sermos!


Estamos vivendo, correndo

Estamos gritando, empurrando, pisando

De quem é a culpa?

A culpa não é nossa,

A culpa não é nossa!

Nada de transformação, nada de vida, nada de Cristo!

Só blá blá blá...


Eu esperava mais.....

Eu esperava mais..

2 de março de 2011

"Adoradores tem que ter verdade. Deus quer gente íntegra, autêntica, transparente e não hipócritas que vivem rachados devido às concessões éticas que faz na própria alma".
(R.G)
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