
26 de julho de 2011
Gentileza gera gentileza!

19 de julho de 2011
Adversidades

6 de julho de 2011
Sorria :)

Você já parou pra pensar na eficácia de um sorriso?
O sorriso, pelo contrário é silencioso como a chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como a brisa suave que acaricia e refresca o rosto.
Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri. É por isso, que o homem é o único ser que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas não corram tão bem - isso se resume em harmonia interior. Sua beleza interior e exterior recebe um ornamento quando você sorri. Portanto, SORRIA!!
21 de março de 2011
Curta e profunda!

"Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."Madre Tereza de Calcutá
O amor não foi criado, antes foi ele que criou o criar.
Antes de surgir o ser, o Deus que é, a saber, amor, já era.
A criação é oriunda de uma essência chamada amor.
Confesso que para o homem é difícil compreender esse amor. Somos seres demasiadamente focados nas formas, procuramos motivos para amar.
Um amor que tem como ponto de partida o concreto não pode ser sólido.
Um amor com explicação, facilmente entra em decomposição.
O amor de Deus não nos deixa condicionados as formas, mas nos faz buscar todas as formas possíveis de amar. Ou seja, as formas deixam de ser a causa e passam a ser os meios.
O amor de Deus não esta vinculado as condicionalidades existências, ELE nos ama gratuitamente, e é através de Sua graça, esse maravilhoso presente imerecido, que Seu amor chega até nós.
Tal amor não sofre variação, nada que eu faça ou deixe de fazer muda a eloqüência do Seu amor. (isso só me constrange...)
É Seu invariável amor que nos dá condições para lhe dar com as variações humanas, para estas, ELE nos presenteia com Sua multiforme graça. Pois se o amor é singular, a graça é plural.
Explicar o amor de Deus é explicar o inexplicável!
Ainda bem que é assim, pois é impossível o tempo apagar um amor sem explicação.
O Deus que É amor age através da graça!
Que ELE nos leve a viver uma vida sem explicação, uma vida de amor.
Por Bruno Jardim
fonte: http://bjardim.blogspot.com/
Frutos do Espírito: retrato de Cristo!

Jesus viveu a alegria de forma tão intensa e deliciosa que conseguiu a façanha de libertar-se de geografias da opressão. Mesmo vivendo na Palestina da miséria e da opressão, sob o regime de um império pagão, existindo numa época de turbulências absurdas, conseguiu ser alegre. Após sua ressurreição, mesmo glorioso, vencedor da morte, ele suporta o caos que é para um ser santo viver entre pecadores só para propiciar a seus amados a glória de sua presença.
Ninguém na história da humanidade viveu de forma tão magnífica e desafiadora a realidade da paz. Cerca de setecentos anos antes de Jesus, o profeta Isaías já tinha avisado que ele seria “Príncipe da paz”. Sua capacidade de encarnar a paz era tão excelente que até a natureza, as coisas criadas absorviam essa paz. Ele acalmou vento e mar, a palavra acalmar é a melhor palavra. A calma é produto da paz, em Jesus essa paz era tão intensa que nem a forte tempestade nem o bravo mar ousaram quebrar essa harmonia sagrada.
Numa época de constantes guerras, tensões, efervescência política, tumultos sociais, nervosas disputas teológicas e todas as formas de opressão e violência, Jesus deu um espetáculo de paciência. Ele conseguia desarmar os mais furiosos argumentos com uma simples moeda! No auge da dor, na cruz, abriu as portas da intimidade e da graça e irradiou a história com a frase: “Perdoa-lhes!” Sua paciência não era passividade preguiçosa. Ele baniu os vendedores do templo e, mesmo assim, as crianças cantaram:“Bendito, filho de Davi!” Sua vida destilava essa paciência divina.
Jesus levou a ternura ao máximo que essa virtude é capaz de dar. Ele não era apenas um jovem que não desejava o mal a ninguém, ele se fez bem a todos. Toda sua trajetória histórica foi marcada por uma doçura invencível, uma incrível gentileza e delicadeza capaz de transformar publicanos, prostitutas, leprosos, líderes religiosos – qualquer pessoa – em alvo da graça. Em Jesus, cada gesto é coberto de ternura, cada palavra é cheia de vida, cada dia é marcado por uma incansável capacidade de abraçar.
Outra virtude levada ao extremo por Jesus foi a bondade. Ninguém viveu essa qualidade com tal desenvoltura e humildade. Ele era bom com seus discípulos, mas também com um gadareno marcado pela rejeição e pelo medo. Ele sabia demonstrar sua bondade não somente pelo que dava, mas principalmente pelo que era. O profeta Isaías, também afirmou que seu nome seria “maravilhoso”. Não foi por acaso que ele mesmo afirmou ser “O Bom Pastor”.
Jesus viveu sua fidelidade de forma tão singular que, a fé em seu sacrifício é hoje nossa salvação. Ele foi o homem mais digno de confiança que a história humana já conheceu. Ninguém teve um nível de fidelidade e dignidade tão excelente como ele. Sua base de fé estava em seu conhecimento do Pai. Quando ele disse ser “o caminho, a verdade e a vida”, estava afirmando com todas as letras que só ele era a construção mais perfeita da espiritualidade (caminho), a base da fidelidade (verdade), e a melhor proposta de existência (vida). Jesus marcou a história da suspeita com a abertura da fidelidade.
Ninguém era tão forte quanto Jesus. Mesmo em sua imensa força, jamais se impôs sobre alguém, assim, ele apresentou ao mundo e à humanidade a perfeita mansidão. Tinha a perfeita mistura entre a força e a suavidade. Ele temperou perfeitamente carisma com caráter, energia com graça, cruz com coroa. A mansidão em Jesus se transformou na qualidade essencial dos grandes, na esperança inigualável dos pequenos e na vitória magnífica dos que o compreendem como “Deus forte”.
Enfim, Jesus tinha um perfeito equilíbrio, fruto de seu domínio próprio, sua tremenda capacidade de subjugar apetites e paixões. Como humano, o escritor aos Hebreus nos mostra que ele em tudo foi tentado, mas sem pecado (Hb. 4. 15). Ele trilhou as estradas da tentação, enfrentou os altos e baixos da condição humana, foi humilhado, desprezado, ferido, mas em tudo isso foi perfeitamente equilibrado. Nunca se entregou aos caprichos da mentalidade beligerante de seu tempo, não se aprisionou às neuroses, não perdeu seu domínio. Ele aprendeu o que é a vida humana do ponto de vista de um humano.
Baseados em Jesus podemos afirmar como Paulo: “Contra estas coisas não há lei”. Jesus viveu sua vida baseado nessas virtudes, provando que elas são as mais excelentes “leis” que um ser humano pode seguir. São Leis de Deus, leis que geram vida, que não aprisionam, mas libertam. São leis que não ferem, mas curam. Há um ditado latino que diz: “A lei sempre acusa!” Mas no espírito dessas virtudes, nenhuma lei acusa, pois o princípio fundamental de cada uma delas é viver uma excelência de vida e espiritualidade.
Não é fácil perdoar!
Inconscientemente achamos que seremos culpados de cumplicidade com o pecado caso sejamos suporte para um irmão pecador e, na prática, é isso que o restante da igreja pensa. Usamos todo o tipo de desculpa para não perdoar ou então perdoamos submetendo à pessoa a todo tipo de regra e condição para receber tão esperado perdão. Criamos até mesmo um chavão para perdoar: “Você está perdoado, mas as coisas nunca mais serão como antes...”.
Pobre de nós, infelizes pecadores. Mal sabemos que poderemos ser os próximos a sofrer esse desprezo. Não percebemos que poderemos estar perto da mesma queda, e se isso acontecer estaremos também sozinhos, presos pelo arrependimento, mas sem a chave do perdão para nos livrar.
Só existe um modelo para o perdão, o modelo de Cristo, e só existe um motivo para o cristão não perdoar seu irmão: não ser Cristão.
18 de março de 2011
História de amor!

Era uma vez uma grande família que reunia entre os seus membros pessoas de diferentes faixas etárias. Havia nesta família um garoto chamado PEDRO o qual crescera apenas ouvindo seus irmãos falarem acerca de seu pai. O pai de Pedro tinha ido servir à nação numa guerra e o garoto não o conhecia, mas aguardava assim como seus irmãos o momento do retorno.
Pedro nutria um desejo profundo de conhecer o seu pai, porém, temia grandemente este encontro. Pedro não era um garoto fácil e em muitos momentos se envolveu em incidentes, aventuras arriscadas, típico da sua idade. Sempre ouviu seus irmãos dizerem:
- Olha, Pedro, quando o papai voltar vamos contar tudo o que você tem feito e você vai se ver com ele!
Finalmente, a família recebeu um comunicado oficial do exercito. Era o pai de Pedro que estaria regressando da batalha. Todos se agitaram e organizaram uma ceia especial com direito a homenagens e honrarias, era um momento especial!
Pedro sentia um misto de alegria e medo, pois pensava consigo: ‘finalmente, conhecerei meu pai; mas, e se tudo o que tenho feito for contado a ele, estou perdido!’
Chegou o dia! Todos vestidos em suas melhores roupas, dirigiam-se a porta a fim de receber o senhor da casa. Muitos abraços, honrarias, sorrisos, e após afagar um a um o homem pergunta:
- Onde está Pedro? Onde está o meu filho que nunca tive a oportunidade de abraçar?
Só então, todos se deram conta de que o garoto não se encontrava no recinto e imediatamente a pedido do pai foram procura-lo. O pai lembrou-se de que quando era criança ao sentir-se amedrontado se escondia debaixo da cama e foi então debaixo da cama que encontrou Pedro.
- Porque se escondeu de mim, meu filho? Eu desejei esse momento todos os dias que estive na guerra, estar com você, vê-lo é o maior prêmio que eu poderia receber!
Pedro visivelmente amedrontado levanta-se, caminha para abraçar seu pai e diz:
- Me perdoa meu pai! Mas, diante de tantas coisas erradas que eu fiz e do modo que me falaram sobre você, por mais que eu desejasse conhece-lo, me escondi por medo.
- Filho, eu te amo e nada que você faça pode ser pior para mim do que ficar longe de você. O amor lança fora qualquer resquício de medo.
Não façamos como os familiares de Pedro, mas falemos aos nossos queridos sobre Jesus de modo que eles não se escondam por medo, mas corram ao Seu encontro ao saber do Seu retorno!
Marcílio Lins
17 de março de 2011
Se você quer um amigo, seja também!
3 de março de 2011
Eu esperava mais!

Eu esperava mais atitude e menos infantilidade.
Eu esperava mais vida cristã e menos religiosidade
Eu esperava que aqueles que escutam a mensagem, também a ouvissem
Eu esperava que aqueles que veem o mestre, também o seguissem.
Eu esperava menos murmuração
Eu esperava uma postura diferente
Eu esperava menos máscaras
Desejava que a Verdade significasse verdade!
Do que se trata?
Decepção!
Valores universais corrompidos
O ser já não tem importância,
O amor não tem importância,
A amizade não tem importância,
A convivência não tem importância,
Andar como o mestre? Que nada! Pra que?
A mensagem que por Ele foi propagada, já não tem significado
Não estamos preocupados Em SER ou com O SER
Estamos interessados em Fazer, em Ter para daí sermos!
Estamos vivendo, correndo
Estamos gritando, empurrando, pisando
De quem é a culpa?
A culpa não é nossa,
A culpa não é nossa!
Nada de transformação, nada de vida, nada de Cristo!
Só blá blá blá...
Eu esperava mais.....
Eu esperava mais..
2 de março de 2011
24 de fevereiro de 2011
Tudo passa!

Devaneios
3 de fevereiro de 2011
Download Documentário Avenida Ipiranga

Gênero: Documentário, Nacional
Tempo de Duração: 48 minutos
Ano de Lançamento: 2010
País de Origem: Brasil
Direção: Marcílio Lins / Robson Ferreira / Silvia Virgílio
Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este documentário em qualquer formato, desde que dê os devidos créditos ao autor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
1 de fevereiro de 2011
29 de janeiro de 2011
Quando Pensar ameaça
12 de janeiro de 2011
Normalidades do mundo!
Sim, pois no mundo a vida é um morrer de descuido e de descaso...
Portanto, seguir a normalidade da vida segundo o mundo, de fato é entregar-se ao fluxo dos que vão na avalanche pensando que o abismo não chegará nunca...
A normalidade do mundo é doença segundo Deus...
Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...
No mundo um homem que salve uma vida em situação de por a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...
No mundo..., poder é domínio sobre outros...
No Evangelho..., poder, antes de tudo, é controlar a si mesmo.
No mundo a inveja faz os homens quererem crescer segundo o mundo...
No Evangelho, por exemplo, o que move um homem na vida deve sempre ser o amor que a ninguém inveja, e que é contente em ser quem é...
O mundo diz que o Grande é o quantificável...
O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...
O mundo diz que odeia o ódio, mas odeia sempre com mais ódio ainda aqueles sobre os quais são impostas as certezas de “eles” serem os promotores do ódio...
No mundo quem não aceita um desafio é covarde...
No Evangelho aquele que aceita um desafio é tolo...
O homem do Evangelho nunca deve aceitar desafios de outros, mas apenas andar segundo sua própria superação em amor sábio.
Entretanto, no mundo é normal dar segundo se recebeu...
A toda ação corresponde uma reação equivalente, advoga o mundo, seguindo como sabedoria para a vida a Lei da Gravidade e das forças das pedras e dos projéteis...
No Evangelho... à cada ação que incida sobre nós, deve haver uma ponderação...; e, então, depois, a escolha do curso de caminho que seja o nosso próprio caminho, e não um andar tangido pelo pastoreio dos impositores de caminhos e veredas desviados...
Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...
No Evangelho todo verdadeiro sucesso liberta a pessoa da escravidão do sucesso segundo o mundo.
O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos... Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...
Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].
No mundo é normal ser aflito, angustiado, preocupado, desejoso, insatisfeito, sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...
No mundo o normal é consumir...
Portanto, tome cuidado; pois ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de Deus e da vida que é.
Não esqueça nunca que a única normalidade já vista em um homem está no Filho do Homem.
Caio Fábio